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Vida e Saúde - Blog

Gestação no ambiente de trabalho: riscos e cuidados.

quarta, 12 de dezembro de 2018

A gestação no ambiente de trabalho demanda cuidados especiais e por esse motivo toda empresa deve fornecer um ambiente seguro para as suas funcionárias grávidas. 

Alguns problemas de saúde podem ocorrer ou se agravarem com o impacto da atividade laboral. Além disso, algumas ocupações podem colocar em risco a saúde do bebê e da gestante.

No post de hoje, vamos explicar quais atividades envolvem riscos e quais são mais adequadas para mulheres grávidas. Acompanhe!

Gestação no ambiente de trabalho: quais atividades envolvem risco?

Área de saúde

Gestantes não devem carregar equipamentos pesados ou realizar trabalhos extenuantes. Também devem se manter longe de espaços com sons altos ou com vibrações advindas de máquinas grandes. Além disso, as gestantes devem se manter longe de locais de trabalho que tenham temperaturas extremas, sejam esses locais frios ou quentes.

Mulheres grávidas não devem operar aparelhos de raio-X e, ao operar máquinas de ultrassom, devem observar cuidados especiais. Caso a gestante lide com algumas dessas atividades, é indicado que passe a realizar tarefas de rotina administrativas durante o período de gravidez.

Beleza e estética

Mulheres que trabalham em serviços de limpeza, em indústrias ou como cabeleireiras acabam sendo expostas a substâncias tóxicas que podem colocar em risco a sua saúde ou a do bebê. 

Para tornar o ambiente mais seguro para a empregada gestante é preciso garantir uma boa ventilação e o uso de equipamentos de proteção individual, capazes de minimizar os riscos.

Área administrativa

A área administrativa, em geral, não representa um risco para a gestação no ambiente de trabalho. Se a atividade exige que a empregada passe muitas horas sentada é preciso fornecer uma cadeira ergonômica que possua apoio lombar e um descanso de pé, para tornar o trabalho mais confortável. 

Área comercial

Empregadas gestantes não devem passar longos períodos em pé. Por isso, sempre que possível, a empresa deve transferi-la para áreas que permitam que a gestante permaneça sentada durante a maior parte do dia. 

Além disso, para amenizar o cansaço, a empresa deve indicar o uso de sapatos e roupas confortáveis.

Fique atento! A CLT assegura alguns direitos às empregadas gestantes:

  • A empregada gestante não pode ser demitida sem justa causa desde a confirmação da gravidez, até os primeiros cinco meses após o parto.
  • Caso o local de trabalho ofereça riscos à gravidez, a empregada tem direito a pedir transferência para outro local de trabalho. Após o fim da licença-maternidade, a empregada tem o direito de retornar à sua função original.
  • A empregada grávida tem direito a se ausentar do trabalho para realizar exames de pré-natal e quaisquer outros exames necessários para garantir o seu bem-estar. Ela também tem direito a seis faltas justificadas, que devem ser comprovadas por atestado médico, durante o período.
  • Caso a empregada sofra aborto espontâneo, tem direito a duas semanas de repouso remunerado.
  • A empregada gestante tem direito ao tempo total da licença-maternidade maternidade, mesmo em caso de antecipação do parto.

A sua empresa está investindo em saúde e segurança do trabalho? Quer saber mais sobre isso e como fazer para ter sucesso nessas questões?

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Informações obrigatórias e não obrigatórias para o eSocial.

segunda, 10 de dezembro de 2018

O eSocial é um projeto do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped), parte integrante do Programa de Aceleração do Crescimento do Governo Federal (PAC) e constitui um avanço na relação entre o fisco e os contribuintes. O programa reúne e padroniza o armazenamento, e a transmissão de informações trabalhistas, tributárias e fiscais referentes às relações de trabalho.

Mas quais eventos devem ser informados por meio do eSocial? Para ficar por dentro do assunto continue a leitura!

Informações obrigatórias

O eSocial unificará a prestação de informações fiscais, trabalhistas e previdenciárias. Além disso, o programa substituirá a entrega de diversas declarações, tais como:

  • GFIP;
  • RAIS;
  • CAGED;
  • DIRF.

A emissão de guias de recolhimento tais como FGTS e GPS, será simplificada. Ou seja, as empresas passarão a informar todos os dados referentes a essas obrigações por meio de uma única plataforma.

O novo sistema eSocial não altera a legislação vigente, apenas a forma como a informação será transmitida. A partir de agora as empresas terão prazos para o envio dos dados, que devem ser observados.

Além disso, as empresas devem ficar atentas para a exatidão dos dados fornecidos, pois quaisquer erros ou desconformidade com a lei poderão gerar multas.

Quais empresas devem aderir ao eSocial?

Empresas com faturamento superior a R$ 78 milhões em 2014:

Competência - Setembro de 2016, obrigatoriedade de prestação de informações por meio do eSocial,

Competência - Janeiro de 2017, obrigatoriedade de informações referentes à tabelas de acidente de trabalho, saúde e condições ambientais de trabalho.

Qualquer atividade ou faixa de faturamento, inclusive órgãos públicos:

A partir de Janeiro de 2017, obrigatoriedade de prestação de informações por meio do eSocial;

A partir de Julho de 2017, obrigatoriedade de prestação de informação referente à tabela de acidente de trabalho, saúde e condições ambientais do trabalho.

Quais são os objetivos do eSocial?

Em breve, o eSocial passará a ser obrigatória para todas as empresas brasileiras, desde as grandes indústrias até os Microempreendedores Individuais (MEIs). O projeto visa unificar informações sobre todos os funcionários de uma empresa desde a demissão até a demissão, incluindo acidentes de trabalho e informações referentes ao Seguro Desemprego.

Os objetivos do eSocial são garantir o cumprimento das obrigações trabalhistas, padronizar e integrar os cadastros das pessoas físicas e jurídicas e combater a sonegação fiscal. Como o sistema unificará diferentes dados em uma única plataforma, as autoridades fiscais passarão a ter um maior controle sobre as informações prestadas e maior agilidade na consulta dessas informações.

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Doenças respiratórias: como prevenir e tratar.

segunda, 03 de dezembro de 2018

Os cuidados com as doenças respiratórias

Muitas das infecções respiratórias, tais como a tuberculose e a pneumonia, são causadoras das milhares de mortes em diferentes idades, principalmente em países subdesenvolvidos. O cuidado que se deve ter com essas doenças está ligado às complicações que afetam o trato e todos os órgãos do sistema respiratório.

Existem fatores de risco como o próprio tabagismo, doenças do sistema imunitário, poluição e, em casos de ambientes laborais, a exposição a poluentes atmosféricos e condições alérgicas.

As doenças respiratórias podem variar de nível e tipo. Por exemplo, consideradas de nível baixo, temos os resfriados e gripes comuns, de nível alto, encontramos as infecções que possibilitam o risco de vida, como a pneumonia e a bronquite asmática crônica.

Principais doenças respiratórias e como tratá-las

Praticamente, a ampla maioria das doenças respiratórias requer um tratamento continuado, a fim de manter todos os possíveis riscos da doença sob controle. 

Incluídas nas listas superiores do ranking mundial de saúde, as doenças respiratórias crônicas, em seus diferentes diagnósticos, recebem tipos de tratamentos específicos.

Um dos principais fatores que contribuem para o aumento destes riscos é a própria desinformação, além da ausência de serviços de educação e prevenção dentro dos ambientes de trabalho, nas doenças ocupacionais, e a falta do tratamento continuado.

Conheça algumas destas principais doenças e como tratá-las de forma continuada:

Asma

A asma ou a bronquite asmática já ocupa a terceira colocação no ranking mundial, apresentando-se como de nível alto por caracterizar-se como de risco.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Pneumologia, existem mais de 22 milhões de asmáticos no país. Para o tratamento de asma, as medicações de uso contínuo ajudam a minimizar a inflamação dos brônquios, e que podem ser administrados de diferentes formas.

Câncer de pulmão

De forma crescente, vem tomando a atenção para as insalubridades laborais, concentrando-se a sua ação nos espaços fechados e com riscos de infecções. 

Atualmente, os médicos usam a cirurgia torácica videoassistida no tratamento de alguns pequenos tumores pulmonares.

Entre as formas de tratamento, incluem-se a radioterapia, quimioterapia, a terapia de manutenção que combina a anterior com a combinação de mais remédios, a imunoterapia e até vacinas.

Tuberculose

Voltou a estar entre as mais preocupantes nos últimos anos, devido à falta de prevenções e informações, elevando os seus riscos. 

O tratamento para tuberculose é realizado de acordo com a idade e o estado geral de saúde, porém são geralmente utilizados antibióticos orais.

Existem outras doenças respiratórias como:

  • Broncopatias e Pneumopatias;
  • Transtornos Respiratórios;
  • Doenças Nasais;
  • Infecções Respiratórias;
  • Doenças Pleurais;
  • Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC);
  • Enfisema Pulmonar.

Em razão de algumas destas doenças crônicas não possuírem cura, o tratamento continuado exerce um fator muito importante, já que ameniza, previne e principalmente causa menos impacto na saúde e vida da pessoa.

Toda forma de prevenção é bem vinda e deve ser sempre estimulada, com medidas sérias para o controle imediato de custos e mais investimentos em saúde. Estas recomendações fazem parte das medidas que a Organização Mundial da Saúde (OMS) promove, na tentativa de integrarem-se aos programas de prevenção e tratamento das doenças respiratórias.

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Saiba como o eSocial promove a integração entre as áreas profissionais.

quarta, 28 de novembro de 2018

O eSocial é um projeto do Governo Federal, que envolve a Receita Federal, Ministério da Previdência Social, INSS, Caixa Econômica Federal e Ministério do Trabalho. Além de integrar todos esses órgãos, a implantação desse sistema também promove a integração entre profissionais.

Trata-se da criação e execução de sistema integralmente online, que deve armazenar e fornecer aos órgãos envolvidos, todas as informações sobre os funcionários de empresas de todos os portes, inclusive no caso de trabalhadores domésticos.

A intenção é proteger os direitos trabalhistas dos brasileiros de forma mais eficiente, evitando fraudes por parte dos empregadores para burlar a legislação e diminuir os custos dos encargos.

O eSocial e a integração entre profissionais

O primeiro impacto causado pelo eSocial será na área de Recursos Humanos. Este setor sentira a necessidade de ser mais eficiente em relação a tudo que acontece com os funcionários dentro da empresa.

Toda a gestão precisa ser aprimorada, pois o sistema acusará qualquer informação incorreta e isso pode gerar problemas e sanções aos empregadores. Por isso, toda ocorrência deverá ser apontada e informada com exatidão.

Sendo assim, vários setores precisam trabalhar de forma conjunta, o que acaba gerando maior integração entre profissionais de diversas áreas, mas principalmente de segurança e medicina do trabalho, recursos humanos, departamento jurídico e contabilidade.

É aí que entre a integração entre profissionais, uma vez que a comunicação de eventos precisa fluir, e há de se ter organização e transparência nos departamentos.

Assim, além da aproximação que já ocorre entre o departamento de RH, de Contabilidade e do Jurídico, haverá a integração entre profissionais da Segurança e Medicina do Trabalho, já que algumas ocorrências do eSocial terão ligação com os profissionais do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT).

Um exemplo são os registros de comunicação de acidente de trabalho e monitoramento da saúde do trabalhador, atestados admissionais e demissionais, entre outros.

Um outro efeito do eSocial nas organizações é quanto à necessidade de que gestores de todas as áreas tenham um bom conhecimento sobre a legislação trabalhista brasileira.

Dessa forma, todos estarão em consonância com o sistema, para atender suas necessidades e funcionamento adequado.

Para empresas de pequeno e médio porte, por exemplo, que muitas vezes não possuem toda a estrutura necessária em todos os departamentos, torna-se ainda mais importante investir na gestão da segurança do trabalho, pois isso facilitará o uso do eSocial e será de grande valia para o bom andamento das atividades.

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Dor Neuropática e seus desdobramentos.

segunda, 26 de novembro de 2018

A dor neuropática faz parte do rol de dores crônicas. Saiba mais sobre esta enfermidade, suas causas e quais tratamentos recomendados.

Entre os tipos de dores crônicas, está a dor neuropática. Ela afeta o sistema nervoso central – que é formado pelo cérebro, tronco ou medula espinhal, ou o sistema nervoso periférico, composto pelas raízes e nervos periféricos.

Este é um problema de saúde que afeta cerca de 10% da população mundial e, infelizmente, os números só têm aumentado com o passar dos anos.

A dor neuropática ocorre, geralmente, em uma ou mais partes do corpo. Seu diagnóstico é difícil, pois métodos e exames convencionais podem não detectá-la. As causas são as mais diversas, mas na maioria dos casos a dor neuropática ocorre na iminência de doenças graves, como câncer ou diabetes, por exemplo.

Além disso, essa dor também pode ocorrer em  consequência de doenças degenerativas, que acabam por comprimir ou lesionar a raiz dos nervos da coluna.

Características da Dor Neuropática

A forma como a dor neuropática se apresenta é bem variada. Pode ser com uma sensação peso, queimação, agulhadas, choques ou ferroadas. O formigamento, às vezes, também ocorre, assim como uma sensação de dormência em alguma parte do corpo.

Quando a dor é localizada, significa que apenas um trajeto do nervo está comprometido, e a isso chama-se mononeuropatia. Já quando é o caso de uma dor mais generalizada e difusa, pode significar que vários nervos estão danificados, chamando a isso de polineuropatia. Nesse caso, a dor pode ocorrer, por exemplo, em braços e pernas ao mesmo tempo.

A dor neuropática pode ser contínua ou intermitente e sua intensidade varia, a intensidade da dor varia de fraca a insuportável, e isso depende do estágio da doença e do quão comprometidos já estão os nervos.

O que causa essa dor?

Alguns fatores são responsáveis pelo surgimento da dor neuropática. A seguir, temos uma lista do que causa essa enfermidade:

  • Traumas que ocorrem em acidentes ou fraturas que afetem os nervos ou a coluna, ou ainda em cirurgias que levam a dores agudas no período de convalescença ou no pós-operatório, que podem se tornar crônicas, caso não sejam tratadas de forma adequada;
  • ​- Doenças infecciosas, sejam elas causadas por bactérias ou vírus, podem afetar os nervos através da liberação de toxinas, ou até mesmo por degeneração causada por esses microorganismos;
  • ​- Acidentes que afetem a coluna, de modo a lesionar a medula e, assim  causar dor intensa e persistente;
  • ​- Deficiência nutritiva e alcoolismo, pois afetam as funções nervosas de modo significativo, desencadeando a dor;
  • ​- Diabetes mellitus, na sua fase degenerativa. Pode causar lesão na “capa” que reveste os nervos, causa a chamada neuropatia diabética. 

Diagnóstico e tratamento

O tratamento da dor neuropática é sempre objetivando a cura. Contudo, quando isso não é possível, aliviar a dor e devolver a qualidade de vida do paciente tornam-se o foco.

Porém, o tratamento varia de acordo com a doença que ela anuncia e o estágio em que encontra. O objetivo é cuidar do nervo, especificamente, ou da doença que está atingindo esse nervo e causando a dor. 

Como em qualquer doença, o diagnóstico precoce é imprescindível para garantir o sucesso do tratamento. No caso da dor neuropática, por ser um alerta para doenças graves, é muito importante estar atento aos sintomas e procurar ajuda profissional qualificada.

Na Clínica da Dor, no hospital Santa Helena, são encontrados os melhores profissionais da região para cuidados da dor neuropática, entre outras enfermidades crônicas. Além disso, a estrutura física do Instituto de Ortopedia permite ao paciente os melhores cuidados com sua saúde, garantindo bem-estar e recuperação adequada. 

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NR 6: a importância do EPI no ambiente laboral.

quinta, 22 de novembro de 2018

A segurança no trabalho vem exigindo cada vez mais das empresas se adequarem às normas regulamentadoras, garantindo assim, por um lado, proteção para o trabalhador e, por outro, maior eficiência e produtividade para o empregador. Baseado nisso, dispomos de algumas informações úteis sobre o uso de EPI no ambiente laboral, como trata a NR 6. Confira!

O que são os EPI?

Os EPIs - Equipamentos de Proteção Individual são as ferramentas de trabalho que servem para a proteção e prevenção de acidentes laborais. Como a NR 6 indica, o EPI faz parte das medidas de segurança que devem ser adotadas pelo empregador a seus colaboradores, a fim de assegurar a proteção individual e a minimização total dos riscos no trabalho. O EPI deve ser seguido conforme a norma regulamentadora como parte da rotina da empresa.

Existem disponíveis vários tipos de equipamentos de proteção, sendo cada um específico de acordo com a função exercida, tais como:

  • capacetes;
  • calçados de segurança;
  • luvas especiais;
  • óculos de proteção;
  • protetores auriculares;
  • máscaras;
  • cintos de segurança;
  • respiradores.

A importância do EPI e seu uso como norma regulamentadora

Existem diversas formas de utilização do EPI por parte dos empregados, variando de acordo com o seu setor de trabalho, que pode ser desde a área da construção civil, hospitalar, industrial, gastronomia, laboratorial, etc. A sua importância se dá pelo que a NR 6 dispõe:

"Considera-se Equipamento de Proteção Individual - EPI, todo dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho."

Além disso, a NR 6 ainda estabelece que "a empresa é obrigada a fornecer aos empregados, gratuitamente, EPI adequado ao risco, em perfeito estado de conservação e funcionamento". 

Desta forma, a prevenção dos acidentes de trabalho bem como as doenças ocupacionais que geralmente acarretam os trabalhadores por descuidos do empregador requer uma conferência adequada de todos estes procedimentos. O serviço de uma terceirizada na gestão da saúde e da segurança, além de ser essencial para a empresa, fornece ao empregador as condições necessárias de proteção de toda modalidade de riscos.

E mais, apenas cumprir as normas regulamentadoras não faz da empresa apta, segundo a NR-6, já que é necessário realizar o treinamento de conscientização e uso do EPI.

Desta forma, a garantia do uso desses equipamentos é de extrema importância para empregador e empregado. A saúde e a segurança do trabalhador sendo asseguradas, não comprometerão a vida profissional do mesmo e estabelecerão uma relação de ações assertivas.

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Indicadores empresariais em saúde ocupacional.

segunda, 12 de novembro de 2018

Indicadores empresariais de desempenho são utilizados como forma de análise, controle e mensuração de resultados dos processos utilizados em diversos setores, que geram dados para avaliar o nível de qualidade e aceitação desses processos.

Assim, os indicadores empresariais são instrumentos de gestão importantes para a tomada de decisão e aumento dos níveis de qualidade de uma organização. 

Nas áreas de saúde e segurança do trabalho, uma gestão adequada e eficaz passa pela análise dos indicadores dessa área, por isso é imprescindível que esta etapa seja cumprida com excelência.

Para isso, existem empresas especializadas e capacitadas em gestão, que garantem o cumprimento das regras e dos processos de segurança e saúde ocupacional, elevando os níveis de qualidade.

Quais são os principais indicadores empresariais?

Através dos resultados de avaliações ocupacionais e das rotinas de recursos humanos, é que são criados os indicadores empresariais que, posteriormente, serão utilizados como parâmetro de desempenho.

Na área de saúde ocupacional e segurança do trabalho, os principais indicadores são:

Fator Acidentário de Prevenção - FAP

O Fator Acidentário de Prevenção (FAP) é utilizado para valorizar as empresas que investem em saúde e segurança dos trabalhadores. O objetivo principal é o incentivo às políticas de segurança do trabalho e saúde ocupacional, para que sejam reduzidos os índices de acidente.

Nexo Técnico Epidemiológico - NTEP

Este é um método recente, desenvolvido com a finalidade de mostrar quais acidentes e doenças estão ligadas à prática de determinadas funções profissionais.

Por meio do Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário (NTEP), ao contrair uma doença que tenha correlação à sua função, o trabalhador caracteriza automaticamente um acidente de trabalho.

Isso é importante porque, infelizmente, alguns empregadores ainda se opõem a notificar corretamente as doenças ocupacionais. Por isso, a legislação criou esse indicador, que resguarda a proteção da saúde trabalhador.

Índice de absenteísmo

O Índice de Absenteísmo se refere às faltas, atrasos e saídas do funcionário, com ou sem justificativas. O objetivo de análise desse índice é mensurar o grau de mão-de-obra não utilizada ou mesmo desperdiçada.

Algumas vezes, o absenteísmo pode ocorrer por problemas estruturais da empresa, e não apenas por questões pessoais do trabalhador, e por isso este é um dos indicadores empresariais mais importantes.

Em suma, este é um Indicador de apuração da eficiência operacional de um setor ou de toda a empresa e auxilia na gestão do quadro de pessoal.

Programa de Controle de Deficientes - PCD

Este é um índice empresarial importante, pois a norma deve ser seguida e respeitada, evitando problemas jurídicos para a empresa que desobedecer as regras do legislador. A lei de inclusão de PCD (Pessoas com Deficiência) nas organizações define a quantidade de funcionários com deficiência que devem ser contratados por uma empresa, de acordo com o porte, conforme descrito abaixo:

  • -  100 a 200 funcionários: 2% das vagas preenchidas por pessoas com deficiência;
  • -  201 a 500 funcionários: 3% das vagas das vagas preenchidas por pessoas com deficiência;
  • -  501 a 1000 funcionários: 4% das vagas das vagas preenchidas por pessoas com deficiência;
  • -  mais de 1001 funcionários: 5% das vagas das vagas preenchidas por pessoas com deficiência.

Na Lei de PCD também estão previstas as condições adequadas de trabalho que devem ser oferecidas aos funcionários com deficiência, e também o relacionamento profissional justo entre todos os colaboradores.

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Novembro azul: confira algumas dicas de como prevenir o câncer de próstata.

segunda, 05 de novembro de 2018

A próstata é uma glândula localizada sob a bexiga, responsável por produzir sêmen. O câncer de próstata é o segundo tipo de câncer mais comum entre os brasileiros – 1 em cada 9 homens serão diagnosticados com a doença durante a vida.

O risco de desenvolver câncer de próstata aumenta progressivamente com a idade – é raro que homens com menos de 40 anos desenvolvam a doença, a maioria dos casos ocorre em homens com mais de 65 anos de idade.

Não há uma única maneira de prevenir o câncer de próstata, no entanto, uma boa dieta, praticar exercícios físicos e fazer exames periodicamente são formas eficientes de evitá-la. 

Dicas de como prevenir o câncer de próstata

Separamos algumas dicas para prevenir a doença e ter uma vida mais saudável e equilibrada. Confira:

Tomates e alimentos vermelhos podem fazer a diferença

O licopeno é o antioxidante responsável pela cor vermelha do tomate e de outros alimentos vermelhos. Alguns estudos comprovam que homens que consomem esses alimentos apresentam menos chances de desenvolver câncer de próstata do que aqueles que não o fazem. O tomate cozido torna mais fácil para o corpo absorver o licopeno. Quanto mais vermelha a fruta, mais licopeno ela terá, porque o antioxidante se acumula durante o amadurecimento.

Optar por frutas e vegetais frescos é uma boa escolha

Frutas e vegetais possuem nutrientes e vitaminas capazes de reduzir diversas doenças, como o câncer de próstata. Além disso, uma dieta rica em nutrientes ajuda a retardar a propagação do câncer. Além disso, vegetais de folhas verdes escuras ajudam o organismo a quebrar substâncias capazes de causar câncer, as chamadas carcinógenos.

Elementos da soja e do chá-verde contribuem para prevenção

A isoflavona presente na soja é capaz de reduzir o risco de câncer de próstata. O nutriente é encontrado no queijo de soja, no grão-de-bico, no amendoim, nos brotos de alfafa e nas lentilhas. O chá-verde também é ajuda na prevenir da doença – homens que bebem o chá tem menor risco de desenvolverem câncer avançado do que aqueles que não o fazem.

Fumar é uma perigo!

Homens que fumam se curam mais lentamente de um câncer de próstata do que os que não fumam, e são mais propensos a terem uma recorrência da doença. Além disso, estudos comprovam que fumantes têm mais riscos de morrerem de câncer de próstata.

Nunca é tarde para parar de fumar. Pacientes com câncer de próstata que pararam de fumar por mais de 10 anos apresentam o mesmo risco de mortalidade que aqueles que nunca fumaram.

Praticar exercícios regularmente é um diferencial

Homens acima do peso têm mais chances de desenvolverem um câncer de próstata agressivo. Praticar exercícios de forma regular permite manter um peso saudável e melhorar o metabolismo. Caminhadas, corridas, ciclismo e natação são exercícios capazes de melhorar a  saúde e tornar o seu dia a dia mais divertido.

Conversar com seu médico é essencial

Faça exames de rotina regularmente, essa é a maneira mais eficiente de se prevenir da doença. Pergunte ao seu médico sobre os fatores de risco para desenvolver câncer de próstata e esclareça todas as suas dúvidas. Alguns pontos para discutir incluem testes de triagem médica, o seu histórico familiar e recomendações dietéticas. E não esqueça, sua saúde em primeiro lugar!

 

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Cirurgia de mão: saiba mais sobre esta especialidade.

terça, 16 de outubro de 2018

A cirurgia de mão, apesar do nome, não trata apenas desse membro. Ela engloba todo o membro superior, e trata dos problemas que possam afetar as estruturas: músculos, nervos, ossos, articulações, ligamentos, tendões, pele e vasos sanguíneos.

Desde 2005 a cirurgia de mão é reconhecida como uma especialidade médica. Para que o médico possa se tornar especialista nessa área, além do curso de medicina, é preciso que tenha feito residência numa área cirúrgica.

Confira neste artigo um pouco mais sobre a atuação do cirurgião de mão e quais problemas podem ser tratados por esta especialidade.

O que faz o especialista em Cirurgia de Mão?

Ao contrário do que se pensa, não é necessário que o especialista em cirurgia de mão seja um ortopedista. No entanto, no Brasil existe uma predominância de cirurgiões da mão com formação em ortopedia e traumatologia.

O médico em residência de cirurgia da mão também passa pelo aprendizado de microcirurgia, que trata da realização de cirurgias de reimplantes e retalhos, além da microcirurgia de vasos e nervos periféricos.

O cirurgião de mão é o médico responsável por tratamentos de reconstrução na mão, punho, braço e cotovelo. No entanto, é importante destacar que nem todo tratamento feito pelo cirurgião de mão é de intervenção cirúrgica.

Diversos tratamentos e correções do membro superior pode ser feitos clinicamente, sem cirurgia. Nesse caso, são administrados medicamentos de via oral ou injeções, uso de talas, além da participação de outros profissionais de saúde, como fisioterapeutas.

Contudo, o cirurgião de mão é o especialista com maior capacidade no diagnóstico das enfermidades da mão e membro superior.

Casos e doenças tratados com cirurgia de mão

O médico especialista em cirurgia de mão trata de traumas e de outras enfermidades do membro superior. Abaixo temos alguns exemplos de patologias comuns, que podem ocorrer sem um fator predeterminante:

  •   - síndrome do túnel do carpo e outras compressões de nervo;
  •   - dedo em gatilho;
  •   - epicondilite (ou cotovelo de tenista)
  •   - artroses de dedos e punho;
  •   - tendinites (De Quervain);
  •   - bursites em geral;
  •   - lesões por esforço repetitivo (LER).

Além das patologias citadas acima, a cirurgia de mão é uma especialidade que atende problemas agudos e causados por algum trauma, como acidentes automobilísticos, queda, lesões por arma branca ou de fogo, etc.

Aqui temos como exemplo as cirurgias de reimplante de membros, de fraturas (luxações e lesões no tendão), lesões de nervos periféricos, entre outros.

É importante destacar que nem toda doença relacionada à mão e membros superiores aparecem de imediato. É preciso estar atento aos sinais de qualquer alteração ou sintomas de um problema na mão.

A importância do tratamento e de um bom profissional

Os tratamentos de patologias e enfermidades da mão necessitam de diagnóstico preciso e tratamento adequado para não acarretar na perda dos movimentos. Procurar ajuda de um médico especialista é a melhor forma de prevenção de um agravamento do problema. Contudo, é fundamental estar atento aos cuidados com o membro superior para evitar traumas graves.

O Instituto de Ortopedia do Hospital Santa Helena, além de contar com especialistas em cirurgia de mão dispõe de diversos profissionais altamente qualificados e especializados no tratamento da dor. Além disso, o Instituto,  possui toda uma estrutura pensada e necessária para a realização de exames e procedimentos clínicos e cirúrgicos, levando alto padrão e conforto desde o diagnóstico ao tratamento.

 

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Processos de gestão da segurança do trabalho em eletricidade.

quinta, 04 de outubro de 2018

A gestão da segurança do trabalho em eletricidade requer uma atenção especial, com processos e cuidados mais específicos do que os praticados comumente, e quando tratamos de medidas preventivas de choque elétrico, por exemplo, deve-se consultar duas normas regulamentadoras: a NBR 5410 e a NR 10.

Veja como aplicar as normas de segurança do trabalho em eletricidade e a importância de uma gestão eficiente para sua empresa:

Normas de Segurança do Trabalho em Eletricidade

Em qualquer ambiente de trabalho, quando se fala em eletricidade, a responsabilidade dos serviços é, quase sempre, da equipe manutenção, que possui mais experiência profissional no assunto, porém é preciso estar atento aos limites de atuação do usuário e de quem faz a manutenção, pois estes precisam ser bem definidos.

No caso das normas regulamentadoras, a NBR 5410 - "Instalações Elétricas de Baixa Tensão", prevê condições de segurança nas instalações com tensão de até 1500 volts em corrente continua e de até 1000 volts em corrente alternada. 

A norma regulamentadora NR 10 - “Instalações e serviços com eletricidade”, traz recomendações para as condições mínimas, visando garantir a segurança das pessoas, com critérios de proteção contra riscos de incêndio, explosão e contato.

Ambas existem com o intuito de estabelecer condições adequadas de manuseio de serviços em eletricidade, uma vez que erros mínimos podem ser fatais para o trabalhador.

Gestão da segurança de serviços em eletricidade

As empresas, quer lidem especificamente com serviços elétricos ou não, devem estar cientes das condições mínimas para uma gestão eficiente dos processos que envolvam segurança do trabalho em eletricidade, uma vez que este tipo de manutenção exige atenção redobrada e lida com riscos diretos à vida do trabalhador.

Aqui deve-se colocar em prática a norma regulamentadora NR-10, que orienta sobre as necessidades e estabelece as condições mínimas e os requisitos para a implementar medidas de controle, bem como sistemas de prevenção de acidentes.

Para assegurar que os processos estão sendo realizados de maneira correta e evitar problemas, tanto de ordem burocrática quanto relacionados diretamente à segurança e saúde do trabalhador, é importante que a empresa invista na gestão adequada dessa área. Procurar uma empresa que conduza essa gestão de forma coerente é o caminho mais seguro para tornar efetiva a segurança do trabalho em ambientes de risco com eletricidade.

A sua empresa está investindo em saúde e segurança do trabalho? Quer saber mais sobre isso e como fazer para ter sucesso nessas questões?

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